CANNES, aí vou Eu!!!

CANNES, aí vou Eu!!!

Amores!!!

Nosso filme “À margem de nós mesmos” a cada dia, me deixa mais emocionada!!!

Vamos para um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo. Cannes!!!

O filme, o qual protagonizo foi destaque da revista Isto É desta semana!!!

Logo depois da estréia, o filme entrou no circuito dos festivais nacionais e internacionais. No segundo cenário, tendo mais destaque. No Brasil, estreou no Cine Belas Artes como parte da Seleção Oficial do The São Paulo Film Festival. No exterior, logo de cara passou para a finalíssima de quatro festivais: The 12 Months Film Festival (Romênia), Cap Spartel Film Festival (Marrocos), Lake View Internacional Film Festival (Índia) e LA Cine Fest (EUA).

Na Romênia, país onde informa a Vice, que “de acordo com um relatório de 2010 publicado pela agência antidiscriminação do governo da Romênia, 84% dos romenos se recusariam a beber do mesmo copo que uma pessoa gay”, “Á Margem de nós Mesmos” lidera com certa folga a votação popular do The 12 Months Film Festival que vai até o final do mês de novembro.

Em outros dois festivais internacionais, a máxima foi repetida. No Cap Spartel Film Festival, que acontecerá no Marrocos, país em que o homossexualismo é considerado crime e pode ser castigado com até três anos de prisão, “Á margem de nós mesmos” é um dos selecionados ao grande prêmio. Os idealizadores devem marcar presença no evento que acontecem em abril do ano que vem.

Na Índia, onde o curta-metragem foi selecionado para o Lake View Internacional Film Festival a situação é mais branda, mas não menos perigosa para os homossexuais, a julgar que suas leis para o assunto são dadas como “Incertas” ou “Indefinidas” pela LLGA (sigla em inglês para International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association).

É preciso afirmar que “Á Margem de nós mesmos” não é uma obra cheia de nuances, reviravoltas e truques de roteiro. Mas precisa ser vista, pela simplicidade da mensagem que construiu “sem querer”, assim como “A vida é bela” e “Cinema Paradiso” para citar alguns exemplos.

Poesia, inquietude, situações cotidianas e sexualidade se colidem de maneira que, ao menos onde ainda não se tem liberdade de expressão, o cinema é capaz de cumprir suas principais funções: abrir a mente e fazer sonhar.

Estou super feliz e orgulhosa!!

Bjoca,

Lary

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